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Projeto: Óleos Essenciais

Introdução

          Há milhares de anos o homem retira da natureza a matéria prima para sua sobrevivência, utiliza raízes, folhas e frutos para sua alimentação e até confecção de roupas, também retira a madeira que é usada na construção de casas, móveis , e ao ser queimada, a lenha permite que o calor seja aproveitado no aquecimento de ambientes, muitos dos perfumes e outros tipos de cosméticos contêm ingredientes retirados de plantas. Cerca de um em cada quatro medicamentos contém ingredientes extraídos de plantas, e a cada dia são descobertas novas espécies que também podem ser utilizadas com esse objetivo.

          O óleo essencial é metabolizado pela planta e pode ser retirado através de um processo de decantação. Os Óleos Essenciais ou Hormônios Vegetais, quando escolhidos e usados de forma adequada, mostram efeitos muito positivos no organismo humano.

          Objetivo: Realizar o plantio de espécies vegetais variadas, retirar seu óleo essencial para estudarmos sua reação no organismo humano e sua utilidade na medicina.

Material utilizado:

  • Vermiculita
  • Nutrição
  • Garrafas PET
  • Sementes

Informações técnicas

Hortelã
Nome científico: Mentha piperita
Família: Labiadas
Outros nomes: Hortelã-pimenta, menta.

          Descrição: Planta de 30 a 60 cm, ligeiramente aveludada. Haste ereta, quadrangular, avermelhada, ramosa. Ramos eretos e opostos. Folhas opostas, curtamente pecioladas, oval-alongadas, lanceoladas ou acuminadas e serreadas. Flores violáceas, numerosas pedunculadas, reunidas em verticilos separados e formando na extremidade das hastes, espigas obtusas, curtas, ovóides, assaz cerradas, munidas de brácteas na base. Cálices gamossépalo, tubuloso, de 5 dentes quase iguais. Corola gamopétala, infundibuliforme: limbo de 4 lobos, sendo o superior algo maior. O fruto é constituído por 4 aquênios.

          Uso medicinal: Na hortelã estão reunidas, em elevado grau, as propriedades antiespasmódicas, carminativas, estomáquicas, estimulantes, tônicas, etc. Prescreva-se a hortelã como remédio na atonia das vias digestivas, flatulências, timpanite (especialmente a de causa nervosa), cálculos biliares, icterícia, palpitações, tremedeiras, vômitos (por nervosidade), cólicas uterinas, dismenorréia. É um medicamento eficaz contra os catarros das mucosas, já porque favorece a expectoração, já porque combate a formação de novas matérias a expulsar. Aplica-se o sumo embebido em algodão para acalmar as dores de doentes. Às crianças que tem vermes intestinais, administra-se um chá de hortelã, liberta-las dos parasitas que as atormentam. As mães que amamentam devem tomar este chá, para aumentar a secreção do leite. Há também outras espécies de hortelã (Mentha viridis, Mentha crispa, etc.), cujas propriedades medicinais são idênticas às da Mentha piperita.

Parte usada: Folhas e sumidades floridas, por infusão.

Dose: Folhas, normal; flores, 10 gramas para 1 litro de água; 4 a 5 xícaras por dia.